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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

«As Minhas 3 Palavras para 2014»

Todos os anos, eu passo pelo desafio de olhar para a frente e estabelecer (ou tentar fazê-lo) metas e objectivos para o ano que entra… e vejo muitas pessoas a fazerem o mesmo…  algumas vezes com alguma dificuldade...

Cheguei à conclusão que há momentos em que é mais fácil ir do macro para o micro e por isso decidi começar um exercício que já conhecia e que reconheço ser poderoso no nosso foco e então possíveis resultados e que tinha deixado de praticar. Foi criado por Chris Brogan em 2006 (podem ler aqui) e hoje tem vários seguidores.

É um exercício onde escolho três palavras que uso como o FOCO CENTRAL dos meus objectivos e esforços para o ano que vem.

Na hierarquia do planeamento do ano poderíamos dizer que é importante estabelecer:
  • A «big picture»
  • Visão
  • Metas
  • Plano de acção e estratégias
  • Calendário: mês/semana/dia

Podemos dizer então que «As Minhas 3 Palavras» devem servir o 1º e/ou o 2º ponto desta hierarquia.

Como exemplo: 1) em vez de dizer "eu quero perder 30 quilos e ser mais saudável" – o que a maior parte das vezes são objectivos tão mal estabelecidos, ou tão difíceis/fáceis de se encarar e cumprir que ficam esquecidíssimos uns dias mais tarde (e a frustração acumula-se ano atrás de ano por assim ser) - eu poderia ter algo como "verde", que me lembra a comer mais alimentos de origem vegetal em cada refeição, lembra-me actividades físicas, uma vida saudável… Lembro com mais facilidade, o foco central está lá sempre, a minha mente cria por metáfora a visualização do resultado – depois até posso estabelecer as metas inspiradas nesse foco – Verde (neste caso): emagrecer 4 Kg este mês, correr 15 minutos por dia.
Outro exemplo: necessito ou quero investir mais em mim e por isso pretendo estudar mais, cumprir objectivos mais altos para subir de posto no trabalho, adquirir novas habilidades – se não tenho exactamente claro cada passo ou para inspirar a atitude para tudo isto poderia escolher a palavra: Evolução - porque o mundo não é estanque e a nossa vida também não deve ser, porque quando se evolui muda-se para melhor, porque me pode dar a imagem da «big picture» de algo – eu, a minha vida, os meus resultados – em mudança, crescimento, evolução portanto.

Como acredito na consciência colectiva e que vale bem mais 1% do esforço de 100 homens ao esforço de 100% de 1 homem, decidi lançar-vos o desafio – podemos criar aqui uma onde de motivação, foco e inspiração.
A ideia é usar palavras que sirvam como GATILHOS PARA AS ACÇÕES que se pretendem tomar (por exemplo começar a fazer exercício e a comer mais saudável) ou talvez acções que se procure evitar (por exemplo estagnar no mesmo emprego ou com as mesmas habilidades).

O desafio resumindo é então:
Escolher três palavras que reflictam todos os aspectos da nossa vida se possível ou então nas áreas que mais necessitamos trabalhar.
Importante reflectir: Por exemplo se o foco no trabalho for demasiado, a nossa vida familiar e / ou a nossa saúde podem sofrer. Um desafio mais – o de nos esforçarmos para sermos mais holísticos nas nossas escolhas. Equilíbrio pode ser A palavra neste caso.
Em relação à escolha das palavras é importante: que signifiquem algo para VOCÊ. Quem se importa se os outros não percebem?
Gostaria que publicassem as vossas escolhas com o #tag : #3palavras2014 – escrevem as 3 palavras (com a explicação de cada uma se quiserem) e no final colocam #3palavras2014 (atenção: tudo junto!), podem publica-las no vosso perfil ou nos comentários deste post no Facebook, aqui num dos blogs, se quiserem para o meu email… e num post futuro (final do mês) farei a compilação de todas elas à imagem de outros bloggers estrangeiros que também seguem este desafio – obviamente que se não o fizerem, desde que o façam para vocês, considerarei o objectivo cumprido!

Eu ainda não publiquei as minhas. Às vezes precisamos do «nosso tempo» para fazer as coisas.
Sem pressa e sem pausa.
Mas recordemos que é o foco para 2014 que já começou, logo é prioritário fazer esta definição para termos bem claro para onde vamos.
Não podemos reclamar dos infortúnios e inférteis esforços no final do ano se nunca antes definimos para onde íamos, o que queríamos, o que fazíamos.

Funciona!
Façamos as coisas acontecer!
As palavras tem poder! Sempre! Conduzamos esse poder para nosso beneficio!
Bem Haja 2014!




(este post foi por mim, sua autora, duplicado no blog: Oh So Huggable)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Desafio: THiNk OUt Of ThE bOX!!












Thinking out of the box? 
Pensar fora da caixa?


Há uma coisa que distingue os seres humanos dos demais comuns animais.
Não, não é praticar desportos radicais…
Não são as opções da bolsa…
Não é a invenção das bolas de discoteca…


… é PENSAR
Tal como o polegar, vem junto com o ser Humano…

Pense sobre isto
Estamos a pensar quase todo o tempo.
No chuveiro. Em pé. Nos sonhos. Até no escritório.
Mas só porque pensamos não significa que surjamos com algo extraordinário.
•    Para isso, algo mais é necessário...


PENSAR CRiATiVAMENTE

Foi o que Einstein fez.
Foi o que Picasso fez.
E é o que VOCÊ faz…
•    Isso quando você está «out of the box»


Ah! A caixa!
A CAIXA!
Aquilo de que muito se fala, formadora de hábitos, «esmagadora» mental, limitadora de opções, «seis lados» (ou «quadrada»), coisa culturalmente repressora que mantém o génio aprisionado dentro de ti...

Porque todo este alarido sobre uma caixa?
As caixas não são más. São?
Chocolates vêm numa caixa…
Também os presentes de Natal e dos anos…
E o Scrabble e o Trivial e o Monopólio. E os anéis de diamantes…

AS CAIXAS PROTEGEM
AS CAIXAS CONTÉM.
AS CAIXAS TRANSMITEM.



VERDADEIRO…
Mas elas também confinem, constrangem, separam e limitam.
•    Especialmente se aquilo que elas contem dentro não quer estar ali.

Pense cubículo…
Pense cela de prisão...
Pense caixão…
•    Pense na mente fechada no seu trabalho, em sua casa, que está quase sempre fechada às suas novas ideias…

O que nos leva a uma inevitável, existencial, frequente QUESTÂO:
(uma que TU necessitarás responder se quiseres sair fora.)
•    De que realmente é feita a famosa CAIXA ?

As opiniões variam, claro.
Mas é feita de algo.
Interessante seria fazermos um debate no final deste artigo utilizando o espaço para os comentários acerca de quais seriam as coisas que nos aprisionam nas nossas caixas…  vou sugerir 6 das coisas que penso fazerem parte da sua constituição – 4 para os lados e uma para cada topo e base.
(se não concordar, terá de seguida uma chance nos comentários para dar outros nomes aos lados.

Pronto para por primeira vez «desconstruir» a mítica caixa?
(A mítica caixa… )

#1 Pressupostos limitativos

. Falsas conclusões
. Hipóteses questionáveis
. Informação mal interpretada
. Linhas artificiais desenhadas na areia
  •  « Na minha família sempre foi assim... não é possível que para mim agora o seja...»

#2 Vicio pelo Status Quo

. Medo à mudança
. Costumes
. Jogar pelo seguro
. Aceitação do «como sempre foi»
  •     «Se fizeres o que sempre fizeste, vais obter que sempre obtiveste.»

#3 Hiper-Racionalidade

. Dependência excessiva do lado esquerdo do cérebro (racionalidade)
. «Analysis paralysis»
. Excessivo uso da lógica e da linearidade
. Avaliação prematura (pré-julgamento)
  •     «Nem tudo o que conta pode ser contado; e nem tudo o que pode ser contado conta.» - Albert Einstein

#4 Visão de Túnel

. Mesquinhez
. Incapacidade de ver novas ligações/possibilidades
. Isolamento mental
. «Grupitis», «compartimentalitis»
  •  «Descobrir consiste em olhar para as mesmas coisas que todos os outros e conseguir ver coisas diferentes.» - Albert Szent Gyorgi

#5 Intolerância à Ambiguidade

. Ficar pela primeira «ideia certa»
. Excessiva necessidade pela certeza
. Impaciência com o «processo»
. Desconforto com a transição e o «chaos».
  •   «Agora que nos encontramos com o paradoxo, temos alguma esperança em fazer progresso.» - Niels Bohr

#6 Falta de Motivação Intrínseca

. Sem contacto com a tua própria fascinação
. Falta de inspiração
. Inércia e letargia
. Bom «soldado-itus» (papel do soldado)
. Falta de Sonhos
  •     «Eu actuarei como se, o que eu fizer fará a diferença!» - William James


ALIÁS, houve um laboratório que há algum tempo atrás fez um estudo para poder descobrir porque alguns cientistas eram «criativos» e outros não. Depois de 6 meses recolhendo informação importante, entrevistando e interpretando, sabes o que descobriram?
Os cientistas que pensavam que eram criativos eram. Os cientistas que pensavam que não eram criativos, não eram criativos!
UMA PROFECIA TOTALMENTE DE AUTO-CONVENCIMENTO.


OK
Agora conhece 6 lados da caixa
Mas talvez você a veja diferente. Se vê, como lhe chamaria então?
Partilhe através dos comentários neste artigo...

CLARO QUE,
 Como descreve a caixa não é o mais importante, o desafio mantêm-se:
SAIR dela.

E então, para tirá-lo daí, sugiro que escolha O lado que mais o «chateia» e se comprometa com alguma coisa que possa fazer para ultrapassa-lo. Um a um... um de cada vez... mas sempre com o objectivo bem claro de pensar «fora dela!»

Qual é O seu lado mais «negro»?

#1 Pressupostos Limitativos? (experimente reescreve-lo menos limitativo… tendo em conta outra realidade…)

#2 Vicio pelo Status Quo? (experimente libertar se e em vez de status assumir uma postura com atitude (conceito americano), dance como se ninguém o estivesse a ver…)

#3 Hiper-Racionalidade? (experimente injectar emoção à sua análise, experimente agir como se tivesse apenas 5 anos…)

#4 Visão de Túnel? (Experimente ver em cada possibilidade as 1001 alternativas possíveis… visão de funil inversa…)

#5 Intolerância à Ambiguidade? (experimente esse trapézio sem rede só por um momento… quem nunca esteve a apaixonado? ...e não valeu a pena??)

#6 Falta de Motivação Intrínseca? (apaixone-se! Sonhe! Acredite em si e em alguma coisa… tenha um projecto!)

•    Para que isto se torne ainda mais real, aplique o seu «insight», discernimento em ir «out of the box» (para fora da caixa) ao seu projecto mais recente, ou ao seu Sonho mais adormecido!

Agora, fique com uma das seguintes dicas de seis pensadores criativos que, a bem ou a mal (by hook or by crook), tiveram sucesso em encontrar o caminho deles para «fora da caixa».


«A Intuição dirá à mente pensadora para onde olhar em seguida.» - Jonas Salk
•    O que está a sua intuição a dizer-lhe sobre quais os seguintes passos a dar para o seu mais recente projecto / ou mais adormecido Sonho?

«O dinheiro nunca trouxe uma nova ideia.
É uma nova ideia que trás o dinheiro.»
- William Cameron
•    O que pode fazer esta semana para comunicar a sua nova e melhor ideia à sua «fonte» de dinheiro? Ou o que pode fazer com a sua melhor ideia/capacidade de forma a produzir resultados em dinheiro?

«Se sempre o fizeste da mesma maneira, provavelmente está errado.» - Charles Kettering
•    De que maneira poderia proceder diferente do que normalmente procede em relação ao seu projecto / Objectivo?

«Não temas erros. Eles não existem.» - Miles Davis
•    Qual é o seu maior medo em relação à sua maior e mais criativa busca? E que pode fazer para ultrapassa-lo?

«A nova ideia ou encontra um campeão ou morre. Nenhum envolvimento ordinário com uma nova ideia providencia a energia necessária para aguentar com a indiferença e resistência que a mudança provoca.» - Tom Peters
•    O que necessitará ser feito para que você realmente torne campeã a tua inspiradora nova ideia / objectivo?

«Se tu não expressas as tuas próprias ideias originais, se tu não ouves o teu próprio ser, tu te terás traído a ti próprio. Também terás traído a tua comunidade por não teres contribuído para o Todo.» - Rollo May
Qual é a sua «ideia original» que necessita honrar e expressar com mais ousadia e compromisso?

... e porque não darmos em conjunto continuidade a este artigo... através da tua IdEiA OriGiNaL nos comentários acerca de quais seriam as outras coisas, crenças, limitações que nos aprisionam nas nossas caixas...

Carina Cadima
2ª parte da Conferencia preparada para o I encontro do S-Power Club | Coimbra a 29 de Janeiro de 2010'.crédito da fotografia: www.successories.com
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